
Eu sempre vivi esperando o próximo outono, a próxima madrugada fria pela floresta, a próxima poesia declamada ao nada, o cheiro de fenecimento pelas manhãs e tardinhas, a próxima garrafa de vinho e novas filosofias, novos pensares. E, sempre aquela raivosa melancolia, aquele spleen e sentimento de evasão típico de nós, ultra-românticos. Ó tarde de minha vida!
Lycia continua à embalar meu outono desde os 15 anos >>> http://www.youtube.com/watch?v=oS3hSQcLdBI

