Neste pequeno livro de menos de 200 páginas, Jeffrey Nyquist analisa de forma clara e objetiva alguns problemas centrais que contribuíram e contribuem para a derrocada da sociedade ocidental.
No 2° capítulo, por exemplo, ele mostra como a esquerda é safada e manipuladora, e como não devemos fazer negócios com esses canalhas! Ele ilustra isso por meio da União Soviética e seus falsos acordos de paz com os EUA, alegando que destruiria suas armas de guerra como forma de paz; Noentanto, não apenas não destruiu, mas acelerou o desenvolvimento de novas armas -nas zonas militares restritas do Ártico, Sibéria e dentro das cidades subterrâneas dos Urais-, consequentemente, criando uma potência muito mais potente do que os EUA. Ademais, contribuíram com propagandas falsas quanto à falência da União Soviética e fim do Comunismo, enganando lideres políticos e nações inteiras.
Portanto, eis a raiz do problema: ninguém jamais deve fazer acordos com funcionários de regimes totalitários, gângsters ou criminosos, pois pessoas dessa estirpe não representam um estado legítimo. Tornar-se parceiro dessa gente só faz de você um cúmplice no encobrimento do crime, o que compromete a sua integridade e pode acarretar na sua destruição espiritual. Psicopatas são inimigos da liberdade e devem ser repelidos.
Além disso, no 3° capítulo, o autor fala sobre a ascensão da Nova Religião, secular, política e materialista, que nega a realidade do espírito e só reconhece a existência da matéria; O principal objetivo dessa nova religiosidade é destruir os alicerces necessários com os quais a sociedade ocidental e livre foi construída. “O evangelho da Nova Religião é baseado na inveja. Quando este prevalece, os corredores do poder ficam cheios de pessoas vãs e fingidas, carreiristas superficiais e toda sorte de personalidades inferiores que são os grãos a ser triturados no moinho revolucionário... Sem a liderança fornecida pelos homens superiores, os eleitores não podem salvar-se a si mesmos, tornando-se presa fácil de demagogos, atores e apresentadores de televisão, e sendo completamente dominados pelas estrepolias barulhentas dos palhaços da política”.


