segunda-feira, 30 de abril de 2018

Sobre O Tolo e seu Inimigo

Neste pequeno livro de menos de 200 páginas, Jeffrey Nyquist analisa de forma clara e objetiva alguns problemas centrais que contribuíram e contribuem para a derrocada da sociedade ocidental. 





No 2° capítulo, por exemplo, ele mostra como a esquerda é safada e manipuladora, e como não devemos fazer negócios com esses canalhas! Ele ilustra isso por meio da União Soviética e seus falsos acordos de paz com os EUA, alegando que destruiria suas armas de guerra como forma de paz; Noentanto, não apenas não destruiu, mas acelerou o desenvolvimento de novas armas -nas zonas militares restritas do Ártico, Sibéria e dentro das cidades subterrâneas dos Urais-, consequentemente, criando uma potência muito mais potente do que os EUA. Ademais, contribuíram com propagandas falsas quanto à falência da União Soviética e fim do Comunismo, enganando lideres políticos e nações inteiras. 

Portanto, eis a raiz do problema: ninguém jamais deve fazer acordos com funcionários de regimes totalitários, gângsters ou criminosos, pois pessoas dessa estirpe não representam um estado legítimo. Tornar-se parceiro dessa gente só faz de você um cúmplice no encobrimento do crime, o que compromete a sua integridade e pode acarretar na sua destruição espiritual. Psicopatas são inimigos da liberdade e devem ser repelidos.

Além disso, no 3° capítulo, o autor fala sobre a ascensão da Nova Religião, secular, política e materialista, que nega a realidade do espírito e só reconhece a existência da matéria; O principal objetivo dessa nova religiosidade é destruir os alicerces necessários com os quais a sociedade ocidental e livre foi construída. “O evangelho da Nova Religião é baseado na inveja. Quando este prevalece, os corredores do poder ficam cheios de pessoas vãs e fingidas, carreiristas superficiais e toda sorte de personalidades inferiores que são os grãos a ser triturados no moinho revolucionário... Sem a liderança fornecida pelos homens superiores, os eleitores não podem salvar-se a si mesmos, tornando-se presa fácil de demagogos, atores e apresentadores de televisão, e sendo completamente dominados pelas estrepolias barulhentas dos palhaços da política”.

domingo, 22 de abril de 2018

Sobre A Mente Esquerdista



Neste livro, o psiquiatra Lyle H Rossiter defende a tese de que esquerdistas, principalmente os radicais, têm certos desvios psicológicos e psiquiátricos decorrentes de acontecimentos durante a formação, infância e adolescência. Partindo de tal premissa, o autor disserta sobre o crescimento de uma criança, a influência de seus pais, ou a falta deles, a influência biológica, quando a família é desestruturada e como isso influi nos traços da personalidade dos filhos etc. Tudo isso interfere no desenvolvimento do caráter de um indivíduo e pode criar raízes para a vida toda.        



Sabendo disso, os ideólogos de esquerda fazem de tudo para influir cada vez mais na infância e adolescência, por exemplo, por meio de ideologia de gênero, creches em período integral, incentivo a famílias desestruturadas, educação sexual nas escolas, ensino precário e ideológico, sexualidade precoce, promiscuidade, uso de drogas etc. Esses quesitos influirão grandemente nas ações das pessoas, criando adultos problemáticos, infantilizados e dependentes do governo. Consequentemente, esses indivíduos procriarão uma geração de cidadãos com os mesmos problemas, virando uma bola de neve de pessoas cada vez menos produtivas e mais dependentes do Estado.    

Ou seja, em vez de promover uma sociedade racional de adultos competentes, que resolvem seus problemas por meio de cooperação voluntária, a agenda esquerdista cria uma sociedade irracional de adultos infantilizados que dependem de cuidados do governo para com eles, enfraquecendo os traços de caráter essenciais para a liberdade individual, a segurança material, a cooperação voluntária e a ordem social. 


Embora a obra tenha sido escrita por um psiquiatra, ele não usa muitos termos da área, o que tornaria a leitura difícil para quem não é médico. A leitura é agradável, fluida, excelente para estudo do tema!

Sobre Oliver Twist




Oliver Twist nasceu sem perspectivas. Sua mãe morreu em um asilo assim que dera a luz, e seu pai e família eram desconhecidos. Sendo assim, Oliver foi levado a um orfanato, onde recebeu uma educação e alimentação precárias. Depois de um tempo nesse local, ele foi enviado para uma espécie de reformatório e ficou lá até conseguirem inseri-lo em um emprego. Nesse lugar, Oliver começa a ser odiado, pois demonstra ímpeto e coragem ao pedir mais comida na hora da refeição, ação que ilustra bem o contexto histórico da época, Inglaterra/Revolução Industrial, em que muitas crianças e adultos vivam com pouquíssimos recursos.

Entrementes, Oliver é empregado como aprendiz em uma funerária, porém se mete em uma confusão e acaba fugindo a pé para Londres. No caminho, morto de fome e cansaço, conhece um ladrão, este o leva a ter contato com seus parceiros e tenta introduzi-lo no mundo do crime. No entanto, Oliver é dotado de um espirito grandioso e possui elevados padrões morais, embora nunca tenha recebido uma educação quanto a isso; consequentemente, o ato de roubar causa-lhe repugnância, e, por um acidente, ele encontra sua verdadeira família. Na realidade, ele é filho de um nobre que morreu antes de deixar qualquer testamento, levando sua mãe a ser uma mulher perdida, visto que, na época, uma mulher solteira e grávida era enxotada como uma lata velha. Além disso, é vítima de um irmão desprezível e torpe, que tenta, a todo custo, mantê-lo longe da realidade, a fim de ficar com toda a fortuna.O livro não é muito indicado para quem sofre de ansiedade, visto que o autor, Charles Dickens, adora fazer um suspense entre uma ação muito esperada e outra. Entretanto, a obra presenteia-nos com várias mensagens morais por meio do exemplo.No geral, não considero uma grande obra, para falar a verdade, achei algumas partes bem clichês e enroladas. Todavia, é uma leitura essencial para quem quer conhecer a obra do autor.  


Ronda é a mulher responsável por abrir as portas do MMA para o sexo feminino. Antes dela, algumas mulheres já lutavam, mas elas não fizera...