sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016


Brechós, como devem saber, são estabelecimentos de roupas e outras cousitas usadas e, muitas vezes, antigas. Gosto de brechós desde os meus 13, 14 anos, desde que saí, digamos, da infância e passei a interessar-me por roupas, modas, músicas etc.
Eu sempre estava atrás de roupas xadrez, roupas de bolinhas, sapatilhas antigas, vestidinhos estilo boneca, bolsas vintage etc. Nunca gostei de comprar roupas em lojas normais, porque em nenhuma loja havia roupas do meu agrado. Lembro que, na época, xadrez estava totalmente fora de moda e era dificílimo encontrar algo. Como eu gostava de grunge e bandas de rock alternativas, queria muito usar aquelas blusas grandes xadrez, por isso eu fuçava muito os brechós e acabava encontrando. Lembro que pagava, no máximo, 7 reais em uma. Atualmente, como essas blusas estão na moda, podemos encontra-las em diversas lojas espalhadas por todos os cantos, com um pequeno detalhe: o valor. Sim! Difícil conseguir uma por menos de 50 reais.
  Com o passar do tempo, não apenas a moda foi incorporando itens do meu gosto, mas a própria idéia de brechó foi incorporada aos modismos. Atualmente, é comum encontrarmos lojas conhecidas como brechós, mas que de brechó não têm nada. Tudo isso para satisfazer os “jovenszinhosdiscoladus” que seguem a moda retrô, vintage, alternativa. 
  Atualmente, eu ainda gosto muito de fuçar brechós, raramente compro roupas em lojas normais. É muito difícil encontrar uma loja que tenha as cousas do meu gosto e compense.

  



Há um tempo, conheci uma loja que é a minha cara, só vende roupas do estilo que gosto, muito xadrez, muito Oxford, poá, anos 90 etc., o nome da loja é Brandy melville! As roupas são muito do meu agrado e sou fascinada pelas modelos, mulheres de cabelos longos usando muito xadrez, listras, saias e vestidos. No entanto, ainda não temos lojas da Brandy Melville no Brasil. Uma lástima! Abaixo algumas modelos usando roupas da marca. As modelos e as roupas são lindas! ^-^




Uma modelo com uma roupa mais linda do que a outra!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Alunos avançados

Muitas pessoas querem acabar com o insucesso de alguns alunos que não conseguem ser aprovados. Alguns propõem aulas de reforço, acompanhamento psicológico, acompanhamento dos pais etc. Eles são objetos de diversas discussões e métodos, todos querem acabar com esses insucessos. No entanto, ninguém discute sobre os alunos que, ao invés de estarem atrasados, estão adiantados. Ninguém propõe que eles frequentem uma série mais avançada, frequentem cursos ou algo que os estimule mais ainda, não, eles simplesmente têm que aguentar. Geralmente, os professores os colocam como apoio para outros alunos que têm dificuldades, impossibilitando o desenvolvimento avançado deles. Consequentemente, eles acabam sendo nivelados por um ensino que tudo quer igualar.


Destarte, o ideal para todas as inteligências é fugir o mais rápido que puder das escolas brasileiras, pois estas só servem para emburrecer ainda mais os burros e destruir os grandes talentos. 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Por que perdemos os culhões?

  Por que as pessoas têm dificuldades em falar o que elas são? Há um tempo, notei isso em diversos seres, por exemplo, o indivíduo é de Esquerda, mas diz que não é nada, diz que não pertence a nada e nem tem interesse em pertencer. No entanto, essa mesma pessoa compartilha de todos os ideias da Esquerda. Outro exemplo, este foi o primeiro caso que notei, são as cidadãos que se vestem como góticos, praticam “atos” considerados góticos, mas dizem que não são góticas. Desde que me dei conta desses fatos, fiquei a questionar-me sobre o porquê dessas ações; Por que as pessoas não têm coragem para assumir quem são?
  Depois de pensar um pouco, cheguei à conclusão de que as pessoas se tornaram umas covardes, e ser implica em assumir responsabilidades às quais elas não têm culhões para lidar. Elas querem apenas assumir a parte legal e bonitinha das cousas, porém, quando chega à hora de defender o que está por trás da aparência, se cagam nas calças, por isso não conseguem assumir o que são.
  Acredito que os indivíduos devem sempre estudar aquilo para o qual inclinam seus pensamentos e gostos, afinal, ninguém nasce sabendo, somos o resultado de nossos estudos e esforços, sendo assim, não há motivo para não falarmos que fazemos parte disso ou daquilo. Com o tempo, nossos conhecimentos vão se aprofundando e cada vez mais teremos bases para nos defendermos, ou, até, mudar de lado.
  Ser implica responsabilidades, ou seja, ser implica em problemas para quem vive apenas das aparências do ser que assume e não procura aprofundar-se. 



terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Alunos que não escrevem

Durante o ensino médio, tive a oportunidade de ter uma professora maravilhosa. Ela era maravilhosa porque pedia uma redação por mês.  Nesse texto, ela analisava o que havia ensinado durante o mês, assim, tinha base para o que ensinar no próximo mês. Sinto-me muito grata por ter tido a oportunidade de ter essa professora, porque, atualmente, os professores não pedem mais textos aos seus alunos. Eles aprendem na faculdade que ninguém escreve se não for movido por algo, ou seja, na cabeça deles, o aluno só escreveria se fosse motivado por algo, por exemplo: Escrever para uma matéria que será publicada em um jornal local. Caso contrário, eles não vêem necessidade do aluno escrever, porque será inútil. Eles pensam: “Coitadinhos dos alunos, terão que quebrar a cabeça para escrever um texto simples, coitadinhos dos bichinhos, isso é muito difícil para os coitados, melhor os deixar semi-analfabetos, sem escrever nada, sem parar meia hora para criar um textinho etc”. Com essa pedagogia pútrida, os "estudantes" não escrevem mais, ficam analisando uns textos de fezes que os professores lhes dão e não desenvolvem nada relacionado à escrita. Resultado: Não praticam a escrita, não sabem estruturar um parágrafo, usar os sinais de pontuação etc. Depois de tudo isso, os professores ainda querem discutir o fracasso do ensino no Brasil. Os animais não conseguem enxergar que o desastre está nos métodos propagados por eles próprios.  Oh Sancta simplicitas!!!


sábado, 6 de fevereiro de 2016

Áries com ascendente em Capricórnio

  O meu signo é Áries. Arianos são conhecidos por serem pessoas da “treta”, eu, porém, nunca fui de brigas. Sou uma pessoa calma, favorável apenas à defesa. Uma vez um colega disse que eu era uma ariana evoluída por ser assim.
  Anos depois, descobri que o meu ascendente é capricórnio, e Áries e capricórnio são meio opostos. Enquanto aquele é impulsivo, este é cauteloso, ou seja, os dois acabam gerando um conflito de personalidade, caso não saiba lidar. Depois que descobri que meu ascendente é capricórnio, entendi por que não sou “agressiva” como tantos arianos.

 Para falar a verdade, eu gosto e não gosto de ter ascendente em capricórnio. O lado bom é que não sou explosiva, consigo manter a cautela e pensar antes de agir. O lado ruim é que às vezes sinto-me muito paralisada. Bom, os astros dizem que o tempo domará minha personalidade. Espero que sim! Rs 

Ronda é a mulher responsável por abrir as portas do MMA para o sexo feminino. Antes dela, algumas mulheres já lutavam, mas elas não fizera...