segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Für immer und immer... Bowie



Semana passada, perdemos um grande clássico: Bowie!
Bowie é daqueles tipos de artistas tão talentosos que ganham fãs em todos os meios artísticos, seja na música, no cinema, na moda ou na casa do caralho! :D Se você se gabou por ser um dos poucos que não o conhecem, -Sorry!- perdeu uma parcela importantíssima do bolo que perdurou por décadas.
Lembro que o conheci quando tinha uns 11 anos. Eu vi aquele cara estranho tocando violão no clipe Space Oddity e achei o máximo. Eu queria muito aprender a tocar violão e esse clipe era a minha inspiração. Lembro que, anos depois, quando ganhei o meu instrumento, ficava ouvindo essa musica e tentando tocá-la. Infelizmente, durante as minhas primeiras aulas, meu professor só passava umas MPB de fezes e eu achava uma bosta. Mandei as aulas para a casa do caralho e comprei revistinhas de cifras para aprender sozinha, porém não me dediquei. :/

Com o passar dos anos, conheci mais obras do Bowie e continuei a gostar muito das suas criações. Sempre gostei mais das passagens do Bowie pelo mundo gótico. Fome de viver é um dos meus filmes preferidos. Depois de tantos anos, Bahauas tocando Bela Lugosi's Dead ainda é de arrepiar. Além disso, Bowie traçou o caminho e criou a “bíblia” gótica com The Man Who Sold the World, meu álbum preferido. : )
Enfim, durante grande parte da minha adolescência, meu lema era: “Ponha seu batom vermelho e dance Bowie!” Ouvir a notícia de que o Bowie não estava mais entre nós foi, sem dúvida, um momento de reflexão sobre a passagem do tempos.


 

 

Ronda é a mulher responsável por abrir as portas do MMA para o sexo feminino. Antes dela, algumas mulheres já lutavam, mas elas não fizera...