
De tanto amar-te, não o amo.
De tanto sonhar-te, não mais sonho.
E às vezes me vem à mente.
Às vezes que se diz sempre.
E não mais consigo vê-lo
Apenas carências satisfazidas...
E seguem-se mais, não por mim
mas pelo tempo.
Se no correr,
nem sei se estou e quem sou.
Nem sei que tempos são esses
e o que se passa lá fora.
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