Neste cálido esplendor noturno
Em gritos e sussuros loucos
Desejo-te, e no silêncio sonho-te
Por seu corpo nu, belo em eternas formas
Quero ver-me na penumbra de seu rosto
No distante findar sentir-te
Em seus lábios roxos de beijos
A distância me impulsiona
Os anjos acariciam-me sedentos
Sentem minha volúpia e
inebriam-se... contornam-me
levando-me à forca
A insônia me corrói
A lembrar de ti intensamente
E contigo, eu quero ir embora
se não de estado, então de vida
Erotização e volúpia noite adentro
O langor da melodia me comove
Doido anseio de ti destrói-me
E não consigo suprimir a falta
Eu contemplo o nada em nostalgia
Leve-me pela mão
Compartilhemos da mesma taça
do mais puro sangue
Nenhum comentário:
Postar um comentário