
Falta de expressão do que queria expressar. A estilística era a melhor linha a seguir para expressar. A expressão de um tempo era finda mediante a expressão do agora. Tudo deveria ficar bem preso, nada poderia escapar ao mar envolto, porque estava rodeado de seres enormes.
Nada do que estava a dizer coligava-se ao que estava por ser. O que é não podia ser no aqui, apenas no interno. Eram vendavais de devaneios constantes, embora não mais os quisesse, eles sempre vinham, como fantasmas extraterrestres. Quando parava, e tudo parava, questionava-se por quê. Por que aquilo vinha sem controle, não detinha o controle de sua mente? Não. Nem do seu corpo físico ou mental. Jogada.
Havia uma falta de conexão entre partes do seu cérebro, por isso sempre saia de um pensar pensante para um pensar esvoaçante; sem concretude. Parece que tudo foi dilacerado com o tempo, e agora busca os rascunhos que ficaram pelos caminhos, caminhos que não surgem, caminhos envoltos em sombras, caminhos trancadas, caminhos...caminhos e mais caminhos.
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