Joana
D'arc nasceu na aldeia de Domrémy em 1412. Ela era conhecida como Joaninha,
gostava de trabalhar no campo, frequentar a igreja e cuidar dos animais. Quando
tinha 13 anos, começou a ouvir vozes, que eram dos santos Miguel, Catarina e
Margarida. No início, sentiu medo e não contou a ninguém. Após um tempo,
começou a ter visões. Era a voz de Deus a lhe chamar, era o dom da visão
concedido. Essas visões e vozes a orientavam a participar do exército, o que
fez. Cortou os cabelos e começou a estudar sobre armas e a obter conhecimentos
militares.
Em virtude disso, a simples Joaninha virou Joana D'arc, passando por toda sorte de dificuldades para seguir sua vocação. Entrementes, passou a comandar tropas. Ela teve que lidar com vários homens importantes e negociar acordos de guerra, o que, na época, deixava várias pessoas poderosas surpresas com sua audácia. Joana, porém, mostrava-se altiva e calma, sabia usar as palavras de forma convincente e logo foi angariando a confiança da sociedade. Todavia, seu sucesso nas batalhas despertou a inveja de alguns militares, que começaram a conspirar contra ela.
Em virtude disso, a simples Joaninha virou Joana D'arc, passando por toda sorte de dificuldades para seguir sua vocação. Entrementes, passou a comandar tropas. Ela teve que lidar com vários homens importantes e negociar acordos de guerra, o que, na época, deixava várias pessoas poderosas surpresas com sua audácia. Joana, porém, mostrava-se altiva e calma, sabia usar as palavras de forma convincente e logo foi angariando a confiança da sociedade. Todavia, seu sucesso nas batalhas despertou a inveja de alguns militares, que começaram a conspirar contra ela.
Em 1430, Joana foi vítima de uma emboscada, sendo ferida, presa e vendida aos ingleses. Estes a condenaram injustamente de bruxaria, por conta de suas visões, inteligência e audácia. Ao saber de sua condenação, ficou muito chateada e angustiada com tamanha injustiça. Eis um trecho do que proferiu: “Deu meu! Tratam-me tão horrível e cruelmente que só falta meu corpo, inteiramente puro, ser hoje consumido e transformado em cinzas! Ah! Preferia mil vezes ser decapitada a ser queimada. Meu Deus! Se eu tivesse ficado na prisão da Igreja à qual eu estava submissa e seu eu tivesse sido vigiada por pessoas da Igreja, e não por meus inimigos e adversários, eu não teria chegado a uma situação como essa. Ah! Eu denuncio, diante de Deus, o grande Juiz, as enormes injustiças e arbitrariedades que têm praticado contra mim”.
Joana foi queimada viva na fogueira em 1431. Durante o tempo em que estava na fogueira, não parava de clamar pelo nome de Jesus e dos santos e das santas do céu.
Em 1920, ela foi canonizada solenemente em Roma.
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